A marca vermelha de cinco dedos no rosto do outro nunca desapareceu.
- Não dói. - Disse Ademir, sorrindo levemente.
- O rosto pode não doer, mas o coração deve estar, né? A esta altura, você deveria desistir. Por qual motivo está sempre se torturando assim? Não seria melhor seguir comigo? - Sugeriu Gabriela, com as sobrancelhas arqueadas.
- Como um homem de verdade, não posso sempre depender de uma mulher. - Afirmou Ademir.
Gabriela estendeu seu dedo esbelto, tocou o queixo de Ademir e sorriu