- Não se preocupe, posso morar em uma casa menor. Vocês, jovens, têm muita pressão. Nós, os mais velhos, devemos aliviar o fardo de vocês.
- Eu não tenho nenhum fardo, estou vivendo muito bem.
Os dois conversavam ao telefone, indo e vindo, mas sem dizer a verdade.
Eduarda tratava Ademir como um tolo, e Ademir, com um sorriso no rosto, fingia ser um.
Mas Beatriz, no banco do passageiro, já estava cansada de ouvir.
Ela acreditava completamente nas palavras de Ademir. Senão, sua mãe nunca seria tão