- Louco? - Indagou Guilherme.
Guilherme não ficou irritado ao ouvir esse insulto. Ele já tinha ouvido tantas vezes termos como esses associados a ele... Louco, demônio, psicopata...
As pessoas pareciam sempre prontas a usar tais palavras quando não conseguiam entender as ações de alguém.
Ele, porém, não se considerava um louco. Mas se fosse Tatiana quem o chamasse assim, ele poderia perdoar.
- Louco então. Se isso faz você se sentir melhor, eu não me importo que me xingue mais algumas vezes.