Pensando no passado, Sílvio não sabia se era por culpa ou por remorso. Sílvio mantinha o rosto tenso. Suas mãos grandes e alvas seguravam um isqueiro retrô com detalhes em relevo, mas parecia que a força tinha lhe abandonado. Tentou várias vezes acendê-lo, sem sucesso.
Ele retirou o cigarro branco que mordia entre os lábios, partiu-o em dois e o jogou pela janela do carro, caindo no chão úmido. Seus olhos cor de âmbar, por trás dos óculos de armação metálica, estavam levemente avermelhados. Ligo