Sílvio carregava a sacola com as roupas arrumadas para Lúcia e acabava de chegar ao centro cirúrgico do hospital. Mas, ao se aproximar, percebeu que a porta da sala de cirurgia estava aberta, as luzes apagadas e o ambiente completamente vazio.
“Lúcia? Cadê ela? Por que não tem ninguém aqui? Será que a cirurgia já terminou? Será que a transferiram para o quarto?” — Pensou Sílvio, mas um frio inexplicável tomou conta de seu peito. Algo não parecia certo. Ele sentia uma angústia crescente, como se