Capítulo 113
Marcos estava sentado num banco de concreto no pátio da prisão, aproveitando os últimos raios de sol do dia, quando um presidiário magro e de olhar desconfiado se aproximou. Ele trazia um semblante sério e uma informação que parecia pesar mais que qualquer barra de ferro naquele lugar.
— Seguinte, Marcos, seu contato fora daqui... bateu as botas. — disse o homem, sem rodeios.
Marcos franziu o cenho, incrédulo.
— O quê? Como assim? O que aconteceu? — perguntou, sua voz carregada de