Mikhail Kasparov estava eternamente de guarda à cabeceira da sua mulher.
Era difícil reconhecer o jovem chefe da Máfia por detrás dos seus olhos cinzentos e baços, expectantes, impacientes... à espera de um sinal que lhe devolvesse a esperança.
Falava-lhe com um amor quase doloroso, sussurrando, esperando que no seu mundo de sonho ela não o esquecesse.
Embora não fosse o único a esperar que Agnes acordasse, parecia ser ele quem mais sofria, mais ainda do que a irmã.
O homem culpava-se a si próp