O som insistente das notificações no meu celular me arrancou do sono. Pisquei algumas vezes, tentando me situar, antes de esticar a mão para pegar o aparelho ao lado da cama. Era uma mensagem de Nicolas.
“Estou te esperando na entrada do seu prédio. Quer tomar um café comigo? Já que estou por perto…”
Franzi a testa, relendo a mensagem duas vezes. Por perto? A ideia de Nicolas Sartori simplesmente circulando pela vizinhança às oito da manhã parecia absurda. Sentei-me na cama, ainda tentando acor