O silêncio dentro da torre era quase absoluto. Clara e Daniel cruzaram o limiar da entrada, deixando para trás a luz exterior, enquanto suas mentes se agitavam com a decisão impossível que estavam prestes a tomar. Cada passo ecoava pelas paredes da torre como um lembrete de que o tempo estava se esgotando.
Os corredores pareciam infinitos, serpenteando em direções inesperadas, como se a própria estrutura estivesse viva e consciente de suas intenções. Em um ponto, Clara parou, observando Daniel