A energia do templo ainda vibrava no ar ao redor de Ísis e Celina. A conexão recém-formada com o Véu era intensa, como um fogo brando que aquecia sem consumir, mas sua profundidade era desconcertante. Cada pensamento parecia ressoar em múltiplas dimensões; cada decisão, uma bifurcação de realidades possíveis. Elas haviam atravessado o limiar do ordinário e agora estavam no centro do extraordinário.
A figura etérea que se autodenominava Véu pairava entre elas, observando com uma serenidade que e