O vilarejo, agora banhado por uma nova era de entendimento, respirava ao mesmo ritmo do universo. O Véu, que antes pairava como uma força de mistério e caos, agora era parte do tecido cotidiano. Seus mistérios foram desvendados, mas sua essência, como a de todas as coisas cósmicas, ainda permanecia insondável e vasta, como o próprio céu.
Ísis e Celina, ainda guardiãs do Véu, haviam sido tocadas pela sabedoria universal que agora se espalhava, não apenas entre as pessoas do vilarejo, mas para al