O sol mal se erguia no horizonte, e o vilarejo ainda estava imerso na calma que precede algo grandioso. O Véu, com suas cores profundas e mutantes, parecia pulsar como um organismo vivo, como se estivesse consciente da presença dos guardiões que se aproximavam. Algo havia mudado na essência do Véu, e aqueles que estavam em sintonia com ele podiam sentir sua energia, sua ansiedade, sua força crescendo.
Celina, Arian, Eshara, Lira e Elias estavam reunidos diante do grande cristal, agora resplande