A alvorada nasceu silenciosa, como se o próprio universo aguardasse em respiração suspensa o próximo movimento dos guardiões. O Véu havia se expandido diante deles, revelando não só o que estava por vir, mas também as possibilidades infinitas que se entrelaçam no destino de todas as coisas. Ísis, Kaena, Alden e os outros guardiões estavam agora mais conscientes do papel que desempenhavam não apenas no vilarejo, mas em toda a teia de mundos conectados pelo Véu.
O altar de pedra, agora iluminado