O silêncio após a revelação era profundo, quase absoluto. O céu, uma imensidão de cores vibrantes, parecia refletir o que havia se passado. Cada estrela parecia pulsar em um ritmo único, como se fosse uma batida do próprio coração do universo. O Véu, agora entendido como algo mais que uma rede cósmica, mais que uma proteção ou uma conexão entre mundos, tinha se transformado em algo mais íntimo, mais intrínseco.
Os guardiões, ao se recolherem no centro da clareira onde antes o Véu os acolhera,