Nos dias que seguiram a celebração, o vilarejo despertou para um novo começo. Os habitantes viviam cada instante com a consciência plena do Véu, compreendendo que faziam parte de algo vasto e eterno. Mesmo o cotidiano mais simples — o nascer do sol, o fluir do rio, o riso das crianças — era visto como um reflexo do universo.
Lúcia, porém, sentia que havia uma última lição a compartilhar. Ainda restava algo profundo a ser entendido sobre o Véu: sua natureza cíclica, o poder da criação e da destr