Elas ficam ali comigo mais um pouco e depois de mais um abraço coletivo elas se despedem e seguem para os seus lugares.
— Filha? Posso entrar? — a voz do meu pai ressoa.
— Pode sim, pai! — Digo sem tirar os olhos do reflexo.
Ele entra devagar.
— Você está belíssima! — ele diz e percebo sua voz um pouco embargada.
— Ah papai, sério? — Digo sorrindo, ignorando minhas próprias emoções. — O senhor está garboso! Deixe-me vê-lo de terno!
Ele se aproxima de mim, e vejo ele se segurando para não