Helena deu um pulo, soltando um grito aflito. Nos dias comuns, Pepsi também agia agressivamente com Helena, mas nunca havia sido assim, como se Helena fosse sua inimiga. Ela apressadamente se refugiou em seu quarto, enquanto Pepsi continuava implacavelmente a bater na porta.
Até as bandagens em suas patas se romperam, sangrando, mas ele não desistia.
Vendo Pepsi verdadeiramente enlouquecido, Marina também se assustou e correu para segurá-lo:
- O que houve com ele?
Pepsi apenas continuava a lat