— E quem decide isso é você? — perguntei, inclinando o rosto.
— Não é questão de quem decide. É questão de...
— Então eu vou decidir.
Minhas palavras saíram firmes, frias. Não eram um pedido, mas sim uma uma sentença.
Inclinei o corpo para frente, apoiando as mãos no seu peito.
Senti o seu coração