O ar no galpão estava pesado, carregado com o cheiro de suor, ferrugem e o metal frio das armas.
Meu braço direito, costurado às pressas por Marcos, latejava como se um martelo estivesse batendo nele sem parar, mas a dor era secundária.
A raiva era o combustível que me mantinha de pé.
Dois mercená