LIAM MERCER
— Como é? — ela perguntou, o tom de voz tão baixo e perigoso que parecia o prenúncio de uma tempestade.
— Você me ouviu. Você é uma mentirosa, Victoria — eu repeti, inclinando o corpo para a frente de novo, invadindo o espaço dela com a minha presença, mesmo estando do outro lado da mesa. O meu coração batia tão forte que eu achei que as minhas costelas iriam quebrar. — Você pode vestir esse terno de grife, sentar na cadeira do seu pai e fingir que é uma máquina de gelo sem coraçã