Arthur parou diante da porta do quarto, mas eu me recusei a entrar nele. Ele entendeu e seguiu para o final do corredor.
— Tem certeza que quer ficar aqui mesmo? Não é melhor conversar antes com o meu pai? Pode ser que ele entenda, pode ser que vocês fiquem bem, mesmo com essa nova questão!
Simplesmente, eu me enfiei debaixo do cobertor. Estava tão triste!
Arthur ficou de pé me olhando.
— Eu sinto muito, Juliette. Eu sei que você não me queria como pai do seu filho.
— Não é isso, Art