Ficamos ali, abraçadas, sem dizer nada.
- Venha, vamos para o meu quarto! – peguei Pauline pela mão.
Ela precisava de carinho. E que eu dissesse que tudo ficaria bem. Claro que estávamos chateadas com nosso pai. Mas eu tinha certeza que ela estava tão mal quanto eu por tê-lo magoado de alguma forma. Porque nós o amávamos e sabíamos que ele sentia o mesmo por nós.
Quando passamos pelos guardas, um deles me disse:
- Por favor, Alteza... Eu poderia lhe falar?
- Claro. – consenti curiosa. Era raro