Assim que os empregados pegaram nossas malas, eu e Andrew subimos as escadas do castelo de Alpemburg. Ocuparíamos o que agora seria “nosso” quarto. Haviam sido dois dias perfeitos. Pena que acabaram. Mas o bom é que nada era eterno: nem as coisas ruins podiam ser.
Subimos as escadas abraçados. Era como se não fôssemos nos separar, nunca mais.
A empregada nos levou ao quarto que passaríamos a ocupar. E eu sequer havia escolhido. Certamente minha mãe havia tomado conta de tudo. Ou não... Pois ela