Laura
Ele parou segurando a porta e ficou nos olhando. Franke segurou o algodão embebido de remédio no meu joelho e eu gritei:
- Isso dói...
- Isso é para a senhorita pensar bem antes de sair andando pelas ruas que não conhece.
- Tem toda razão! Já aprendi minha lição. - Disse eu enquanto ele colocava um curativo.
- Agora vou fazer no cotovelo!
- O cotovelo não precisa! Não precisa muito... mas a mão...- Disse eu escondendo a mão.
- Deixe-me ver! - Ele pegou a minha mão e disse arregalando