Sei lá, parecia um encantamento, foi intenso, não conseguir desviar.
A porta da sala foi aberta e Esther apareceu.
— Está tudo bem? Aconteceu alguma coisa com seu carro?
ela perguntou.
— Não.
ele respondeu.
— Te vejo amanhã, Elisa.
— É... Alise.
respondi, corrigindo ele desta vez com o tom mais firme.
Ele sorri, virando antes de entrar no carro e disse:
— Eu sei... Mas possivelmente só eu chamo você de Elisa é mais único, faz um diferencial.
Neguei com a cabeça e ele entrou no c