Nikos se virou bruscamente, pego de surpresa. O solavanco fez a xícara de café quente inclinar na minha mão, e o líquido escuro jorrou diretamente na camisa branca e impecável dele.
— Ai meu Deus!
gritei, largando a xícara na mesa.
— Desculpa! Me desculpa!
— Merda!
ele exclamou, levando a mão ao peito, a expressão de dor estampada no rosto enquanto arrancava os fones.
— Está quente, Elisa!
— Eu chamei... eu juro que chamei! Eu não queria...
Eu estava em pânico.
Nikos come