— É até um crime fazer um carro desses passar por essas ruas...
Esther comentou, parecendo envergonhada com o cenário ao redor.
Eu não respondi.
Estava observando a precariedade da vizinhança. Era um contraste violento com o luxo que vendíamos no estúdio todos os dias.
Chegamos a um portão de ferro simples. Esther desceu e me chamou:
— Entra, Nikos! Ela deve estar lá dentro, escondida em algum canto.
Entrei na casa pequena, mas Elise não estava lá. O silêncio era absoluto.
Esther