Mía acordou no hospital novamente.
O teto branco e as luzes frias a cegaram por um instante, fazendo-a franzir o cenho. O cheiro característico de antisséptico a fez perceber onde estava, antes mesmo de abrir totalmente os olhos. Seu corpo doía em cada músculo, e a cabeça parecia pesada demais para se sustentar sozinha.
“De novo…”, pensou, com um misto de frustração e resignação. Não sabia exatamente como tinha ido parar lá, mas já desconfiava de quem havia se arriscado para salvá-la.
Tadew.
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