O apartamento de Sabine, no coração da cidade, exalava um luxo que parecia sufocar Luigi. Ele andava de um lado para o outro na sala, como um animal enjaulado, o rosto ainda vermelho da humilhação que sofrera na vinícola. Mariana estava sentada em um canto, em silêncio, mas Luigi não parava de esbravejar.
— Quem aquele homem pensa que é?! — Luigi gritou, socando a palma da própria mão. — Expulsar-me daquela forma? Tratar-me como se eu fosse um invasor, um qualquer? Ele não sabe