ANA MARIA
— Eu quero ir para casa.
Sua voz saía carregada de dor, após o silêncio esmagador que se fez, depois de eu colocar aquela mulher no seu lugar.
— Vamos, eu te levo, você não está bem para dirigir. — Pedro se ofereceu.
— Quem ela pensa que é, para falar assim comigo?
— Agnes, vamos.
Ele saiu arrastando-a pelo braço, até sumirem de nossas vistas.
— Pedro, leve-o para casa, ele não está bem para passar por essas situações — solicitou Luiz. — E Ana, perdoa a Agnes, ela tem um bom cor