49. Suave como a brisa - parte 1
Alice
Não sei ao certo por quanto tempo fiquei dentro daquele ônibus e muito menos quantas voltas o motorista deu pela cidade, mas foi o suficiente para eu ser vencida pelo cansaço e dormir com a cabeça encostada na janela. Desperto ao sentir as pontas dos dedos do motorista tocar no meu ombro. Assustada e totalmente perdida me afasto. O motorista me encara de um jeito estranho, como se me achasse louca ou algo parecido.
Com a costa da mão esfrego meus olhos e agarrada a minha mochila encaro m