Capítulo 116

NARRAÇÃO DE ALEXANDER...

Suspirei embriagado sentindo o cheiro puro de álcool saindo da minha boca.

- Estou bêbado, não é uma boa hora, Irina. - Ao chamar minha mãe pelo nome, seu queixo tremeu no mesmo momento em que seus olhos encheram de lágrimas. Nunca a chamei assim, sempre foi mãe e rainha, dizia que ela era poderosa, dona da porrä toda e meu pai tinha sorte de tê-la.

- Filho, por favor, sente e escute! - Bati a porta putö da vida. Odeio passar por essas situações bêbado, fico muito pavio
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