O seu olhar verde deixa o bebê e segue a rota até encontrar a silhueta de Yasmin, que continua agarrada à minha perna direita.
— E a pequena Yasmin também precisa dessa estrutura familiar completa para não sofrer mais com a distância — ela complementa com maturidade.
Ela volta a travar os seus olhos diretamente nas minhas pupilas, e a densidade da sua presença faz o ar faltar no meu peito.
— Já foram perdas e rupturas dolorosas demais para uma única geração desta família suportar — ela conclui