SOFIA
Donovan permanece em silêncio, os olhos fixos em mim. Consigo perceber o medo estampado em seu rosto, como se aguardasse uma sentença.
— Fala alguma coisa, amor. Por favor... não me condena.
Respiro profundamente antes de responder. Minha cabeça parece girar com tudo o que acabei de ouvir, mas não permito que minhas emoções falem mais alto que a razão.
— Em primeiro lugar, eu não sou ninguém para te julgar. Mas eu só tenho uma pergunta para faze