Nikolai estava em um turbilhão.
A raiva queimava em seu peito, uma dor intensa que parecia corroer cada pedaço de sua sanidade. Com brutalidade, ele arrancou o paletó, jogando-o em cima da cama com tanta força que o objeto escorregou para o chão. Andava de um lado para o outro no quarto, os passos ecoando como tambores de guerra, as mãos nos cabelos desarrumados enquanto os puxava para trás, tentando clarear a mente. Mas a dor de cabeça, aquela maldita dor que sempre o atormentava nos piores m