Eu fiquei completamente paralisada, o ar preso nos pulmões, sem saber o que fazer ou como reagir. Lá estava Patrick. O homem que eu queria manter longe, tão distante que nem mesmo a morte ou o ouro o tornariam mais suportável. Ele não deveria estar aqui. Eu não queria vê-lo, não queria sequer sentir sua presença. E, acima de tudo, não queria que minha filha soubesse que ele existia.
Talvez fosse coisa da minha cabeça, uma ilusão cruel que surgia para apagar minha felicidade, para me lembrar de