Eu encaro meu reflexo no espelho, tentando silenciar o caos em minha mente. O vestido escarlate abraça meu corpo como uma segunda pele, exalando confiança, mesmo que, por dentro, eu esteja despedaçada. A luz amarelada do quarto parece zombar de mim, oscilando entre cúmplice e inimiga.
Respire. Apenas respire. Foi isso que eu quis, não foi? Tudo isso é meu. O plano, a execução. Até mesmo o risco.
Samanta pode ter sido a mente maquiavélica por trás da armadilha, mas eu a aperfeiçoei. O toque final