Dante Ritzel
Acordei com o telefone tocando. Era um número desconhecido, mas quando atendi, reconheci a voz da minha genitora imediatamente. Senti um aperto no peito, uma mistura de medo e tristeza. Eu sabia que ela estava na prisão. Como ela tinha conseguido um telefone para me telefonar? Perguntei-me, confuso.
Mas então ela começou a falar. Ela disse que estava arrependida, que tinha mudado, que queria voltar para casa e se reconciliar comigo e com Emma. Eu queria acreditar nela, queria acre