Ela ainda estava jogada de lado na cama, o corpo sem nada, a pele suada, marcada por mim. Estava quieta, mas eu via seu peito subir e descer devagar. A porra da visão dela deitada ali, depois de tudo que fizemos, era o tipo de coisa que travava qualquer pensamento. Saí do banheiro com o corpo ainda molhado, apenas com um short leve, e fui até ela. Caminhei devagar, sem fazer barulho, mas ela percebeu. Sempre percebia. Sentou-se devagar quando me aproximei e, sem dizer nada, passei a mão em suas