- Ei linda – Chamo a sua atenção, segurando em sua mão antes de saímos do quarto e descermos para a festa do seu pai – Não precisa ficar nervosa ok? Não sou uma criancinha indefesa, eu vou me sair bem com os curiosos.
- Está bem, amor, vou me acalmar – Ela fala e eu deixo um beijo casto em seus lábios.
Descemos, e eu sequer preciso falar com as pessoas para descobrir o porquê de a Sophia ter tanta aversão por estar aqui.
Os olhares direcionados a nós são muitos curiosos e avaliadores, consigo l