Emir
Na manhã seguinte...
Observar a confusão nos olhos de Brianna sempre foi um exercício de paciência, mas agora, ver o estrago que o tempo e os segredos haviam feito nela, era quase poético. Eu a olhava ali na sala, segurando aquela xícara de chá com as mãos ainda trêmulas pela noite anterior, e sentia uma satisfação sombria aquecer o meu peito. Ela não fazia ideia de quem era de verdade. Não lembrava de nada antes dos seis anos, um apagão conveniente que eu levei anos para mapear, desenh