Depois de Ricardo sair, ela tenta recuperar o fôlego. Pratica algumas séries de respiração e procura recordar memórias felizes para lidar com a crise de ansiedade. Ela relembra o dia em que plantou seu Ipê amarelo e como a natureza tem o poder de acalmá-la e reconectá-la à sua essência. Ao entrar no chuveiro, consegue chorar. Ela não vê o choro como algo negativo, pois sabe que o choro é benéfico para aliviar a dor que sente. A simples ideia da ameaça de Ricardo tirar João dela a deixa sem forç