Caio Silva Rocha
A cena da nossa coelhinha ajoelhada diante de nós, alternando a boca entre os três paus duros, era uma visão que eu não ia esquecer tão cedo. Os lábios dela brilhavam, os olhos azuis grandes e brilhantes fixos em nós, e cada vez que descia, envolvendo tudo com aquela boca quente e molhada, eu sentia a cabeça girar, o sangue ferver nas veias. Era como se ela tivesse nascido pra ser nossa, pra nos dar esse prazer.
— Caralho, que delícia... — murmurei, a mão deslizando pela n