31. Segundo filho
Olhei pra mesa fazendo com que o olhar meu e do Rafael se cruzasse, ele estava sentado me olhando, atento a mim, o homem sempre quer o controle de tudo mas quando precisa fica mudo, idiota.
Henrique parecia segurar o riso, outro idiota, os outros só observavam o meu constrangimento.
— Meu amor, eu posso ser sua tia, como o tio Henrique, o tio Leandro e a tia Isa.
— Mas eu não vou ter uma mãe?
— Um dia quem sabe seu pai arruma uma namorada — Olhei pra ele pedindo socorro com os olhos.
— E se ela