Demétrio
Saímos do bar no meio do barulho da música e das pessoas falando alto, e o contraste com o ar frio da rua foi imediato. Do lado de fora tudo parecia mais silencioso, mesmo com carros passando e gente andando pela calçada. O som abafado da música ainda escapava pela porta do bar, mas já não era aquela confusão de antes.
A mulher continuava agarrada no meu braço como se já fosse dona dele.
— Seu carro é qual? — ela perguntou, olhando em volta.
Apertei o botão da chave e as luzes do meu c