Hannah Brooks
O toque do meu celular corta o turbilhão de pensamentos como uma lâmina fina, precisa, me arrancando à força do labirinto em que minha mente se enfiou. Por um segundo, fico parada, imóvel, como se qualquer movimento pudesse fazer tudo aquilo voltar com ainda mais intensidade.
Nada do que aconteceu deveria ter acontecido.
A frase surge clara, quase cruel, ecoando dentro de mim com uma convicção que tenta se impor — mesmo que não consiga apagar o resto. Porque não... não foi ruim. L