Cael Sterling
- OLHA A BOCA, GAROTA! - Elevei meu tom de voz, o impulso falando mais alto que o meu filtro habitual.
Imediatamente, pude sentir o peso dos olhares de julgamento dos outros pais ao redor. Ali, no portão de uma das escolas mais exclusivas da cidade, gritar com uma mulher não era exatamente a etiqueta esperada de um Sterling. Senti o peso da minha própria gafe social, mas a petulância dela me desarmava de um jeito que eu detestava.
- Quer saber? Vamos logo acabar com isso - sibile