O eco dos passos de Lorenzo desaparecendo pelo corredor da biblioteca me deu o respiro que meu corpo desesperadamente pedia. Olhei para a janela, onde o novo segurança particular mantinha a vigília impecável no jardim. Ele era a sombra do Don, mas a governanta, Dona Maria, era a alma silenciosa daquela casa. E era nela que eu precisava confiar.
Com os pés trêmulos e a náusea matinal ainda rondando o meu peito, fui até a cozinha de serviço. Dona Maria estava cortando legumes em silêncio. Quando