Capítulo 67
-Iara, filha, acorda.

Aos poucos desperto. O chão frio e duro são sentidos no meu corpo, acordei com ele bastante dolorido e gelado, com um calafrio por todo a carne.

-Porquê acordou aqui? Pode pegar um resfriado. Anda levante, passei um café e está quentinho te esperando.

Ponho a mão a cabeça. Dói muito, é como se eu tivesse levado uma porrada bem forte, uma pancada que não há remédio que alivie a dor.

Saio do chão. Minha mãe continua falando, não ouço uma palavra que sai de sua boca, minha úni
Maná Alves

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