Já se passaram dois dias. Dois dias inteiros desde que Aleksei saiu por aquela porta e não mais voltou.
As horas se arrastaram com a lentidão cruel de quem espera o improvável. A casa agora parecia um túmulo de incertezas, minha barriga já está grande e eu fico assustada pelas várias teorias que se formam em minha mente. Sozinha em uma casa que está isolada com uma criança de 6 anos e um bebê prestes a nascer. Cada estalo da madeira, cada assobio do vento por entre as frestas das janelas, fazia